domingo, 27 de maio de 2012

Miscelânea Cultural na Faculdade Anhanguera

Wallace Pisani na Mostra Cultural da Faculdade Anhanguera de BH


Escultura revitalizada por Wallace Pisani no Parque Municipal em Belo Horizonte

O artista Wallace Pisane está na estrada há mais de 15 anos e vai presentear a 1a. Mostra Cultural da Faculdade Anhanguea em Belo Horizone com a exposição de algumas de suas peças no próximo dia 5 de junho de 2012. Pisani é irmão da aluna do curso de Marketing da faculdade, Nádila Pisane, e é referência nacional nesta arte. No ano passado ele foi convidado a restaurar os bancos e esculturas em madeira do Parque Municipal na revitalização do local no mês de abril. "A madeira que sobrou dos cortes está sendo transformada em objetos de uso para o parque. “Nós estamos fazendo bancos. E uma peça interativa em formato de barco e um bando de xadrez”, comentou o artesão Wallace Pisani na época.

A Miscelânea Cultural  foi idealizada pelo Prof. Wilson Mingote, que despertou e reconheceu a criatividade dos alunos das turmas de Marketing, Logística e Comunicação Social da Faculdade Anhanguera em BH e propôs uma mostra interdisciplinar criativa.


Quem for ao evento vai poder acompanhar o talento de alunos da Anhanguera e de convidados especiais. Dentre as exibições estão apresentações circences, dança do ventre, mostra de áudio e vídeo, show's musicais, exposição fotográfica e muito mais. A Miscelânea Cultural acontece no próximo dia 5, a partir das 19h, na unidade da Faculdade Anhanguera na Av. Antônio Carlos 4157, é gratuita e aberta ao público.

Informações: 35173100




segunda-feira, 7 de maio de 2012


Dia Nacional do Profissional de Marketing

Ana Paula Damasceno Torres

O profissional de Marketing definirá a estratégia das corporações contemporâneas


As constantes modificações enfrentadas na gestão das organizações no cenário mundial podem ser auxiliadas pelo profissional de marketing bem capacitado. Este profissional com conhecimento estratégico e que utiliza todas as possibilidades da convergência midiática nas empresas é um ator fundamental na construção de estratégias corporativas. O profissional de marketing deve conciliar a gestão dos conhecimentos corporativos com as novas tecnologias da informação. Nesta perspectiva, o encontro das mídias nas organizações apresenta-se como importante ferramenta de marketing e como diferencial competitivo para gestor contemporâneo.

Há pouco tempo, quando se falava em ambiente virtual para agregar valor mercadológico às ações da instituição, o que vinha a mente eram ações meramente publicitárias como banners, pop-ups, patrocínios em sites de terceiros e o próprio site da empresa. Há no máximo dez anos, as estratégias de marketing digital eram construídas para atender ao usuário de um desktop conectado a internet através de um ponto fixo. Havia algumas mídias as quais este desktop poderia acessar e que eram trabalhadas mercadológicamente (provedores de e-mail, “instant messengers”, algumas redes sociais, portais de vídeo, música e textos). Toda a comunicação visava atingir um grupo de consumidores que estavam fixos diante a um desktop.

Com a massificação da tecnologia portátil, novas ferramentas de geoprocessamento e geolocalização, além de novas redes sociais mais segmentadas, esta comunicação se modificou. No lugar de as pessoas passarem horas de seu dia diante da internet, o usuário ganhou a possibilidade de conectar-se em qualquer lugar e a qualquer momento. Esta conveniência possibilitou ao usuário estar realmente “on demand” em todos os momentos de seu dia. Esta nova configuração de rotina abriu um grande espaço para ações de marketing junto a este consumidor. Através destas tecnologias as organizações podem atuar junto ao indivíduo utilizando informações sobre seu interesse no momento e sua localização, mesmo que este esteja em trânsito. Este cenário parece o eldorado do marketing: atender às necessidades imediatamente, a qualquer hora e em qualquer lugar.

Atualmente, a convergência das mídias trouxe para o marketing um poderoso aliado no relacionamento com o cliente. Este poder, alinhado ao conhecimento de planejamento, à comunicação, ao reconhecimento correto do público alvo, e às oportunidades do ambiente virtual elevam o profissional de marketing a um nível superior, ao topo da gestão corporativa.

A internet ajuda a revolucionar o diálogo e a prática do Marketing com a comunicação e a gestão nas empresas e seu super poder se divide entre a criatividade e o correto caminho para a distribuição de  informação. O e-mail passou a redefinir o uso do telefone, mas esse aparelho ainda é uma forte e indispensável ferramenta de Marketing, especialmente após a chegada dos portáteis. A internet faz com que pessoas ganhem tempo como ir ao banco, pagar uma conta, ler um livro e notícias. E esta conectividade também permite ao profissional de Marketing, no ambiente de trabalho e fora dele, conectar com o mundo a partir de aplicativos e softwares com ilimitados recursos. A conectividade é a responsável por uma grande onda de transformação no mundo do Marketing.

Com ela, chegaram as salas virtuais, modificando os ciclos de contato antes presenciais.
A internet passou a sustentar informações de diversas origens e finalidades, mas sem fim estratégico definido. O gestor de Marketing reconhece este universo e o transforma em valor para as organizações.  

Os conceitos que identificam a importância da convergência das mídias para o Marketing são o conhecimento e a informação. E em um contexto em que toda a convergência depende do conteúdo digital, um sistema baseado no conhecimento e na comunicação acende perspectivas para mudanças de valores. Na integração das mídias, esse valor é apresentado pelo Marketing.

O profissional de marketing é, atualmente, o gestor ou o braço direito dos CO’s das companhias, ele é o responsável pelo sucesso ou não da estratégia que leva o produto ao cliente satisfeito.  Com liberdade para criar e administrar, este profissional pode alavancar uma instituição, mudar  seu posicionamento de mercado e causar um grande estrago na concorrência. 

Mini-Curriculo
Ana Paula Damasceno Torres
Coordenadora dos cursos de Comunicação e Marketing da Faculdade Anhanguera de Belo Horizonte. Bacharel em jornalismo, especialista em marketing e mestranda em gestão da informação e do conhecimento. Membro da Associação Brasileira de Televisão Universitária e idealizadora do projeto de Televisão e Rádio Digital 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Educação à Distância é um Avanço do Ensino Brasileiro

INTRODUÇÃO
Nos últimos anos, especialmente a partir da década de 90, vimos crescer no Brasil o número de escolas de Ensino Superior que disponibilizam o conhecimento a partir da plataforma da Educação à Distância.
Esta é uma modalidade de conhecimento não presencial, apesar de ainda ser necessária presença de pelo menos 20% dos alunos para o complemento da educação à distância, o que acontece nos núcleos presenciais.
HISTÓRICO
Apesar de estar crescendo mais nos últimos anos, a EAD chegou ao Brasil há um bom tempo, com o projeto do MEB e com Paulo Freire, passou pelos veículos de rádio e televisão, chegou ao ensino médio em escolas públicas e contribuiu muito com a educação deste país. Lembro, ainda, que a EAD foi utilizada como ensino por correspondência em meados do século XIX, com auxílio dos Correios.
A Internet contribuiu e muito com o seu crescimento, mas o rádio e a TV foram intermediários deste processo no nosso país antes da década de 90, quando a internet ainda era privilégio de poucos.
Mas ela chegou e com ela toda a tecnologia desenvolvida e distribuída por áudio e vídeo. As escolas se beneficiaram do crescimento tecnológico com inteligência e passaram a adotar o modelo à distância, graças às portarias do MEC, que aprovaram sua consolidação no país.


DADOS ATUALIZADOS
No período pré-internet, a Educação à Distância ganhava de alguns autores a analogia com o modelo fordista de administração, o que significa que era vista como ensino padronizado, industrializado, pronto e mecanizado. A interatividade chegou e mudou a metodologia da EAD e também o acesso dos professores aos alunos, o que hoje, graças à tecnologia, pode ser feito em áudio e vídeo e em tempo real, o que proporciona a interatividade.

JUSTIFICATIVA E CONCLUSÃO
Atualmente, grande parte das instituições de ensino aplicam a EAD a partir da plataforma AVA, distribuindo materiais em texto, áudio e vídeo, proporcionando contato dos alunos em fóruns e até mesmo aulas virtuais em tempo real. Outras ferramentas como as Redes Sociais como twitter e facebook incorporam este modelo.
Após as primeiras aulas de Educação à Distância em pós graduação, percebo que estamos mais avançados do que pensávamos neste modelo, comprovo que ele funciona e que realmente educa, ensina, apresenta aos alunos novas e modernas práticas de utilização da rede e prepara o discente para o que o futuro vai exigir dele: profissionalismo, conhecimento, domínio das novas tecnologias e autonomia educacional.

domingo, 11 de setembro de 2011

EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA NO BRASIL E NO MUNDO

UMA EXPERIÊNCIA SURPREENDENTE

Analisar e buscar informações recentes e conhecer a história da EAD no Brasil foi uma experiência muito positiva para mim como professora, como tutora e, agora, como aluna da EAD à Distância. Quando iniciei minha pesquisa, a primeira busca ao Google me mostrou que há uma discussão entre linhas de pesquisadores que são contra e a favor da inserção da Educação à Distância no Brasil.
Ana Paula Damasceno
A maioria é professor e argumenta que a conectividade, a sinergia e motivação do encontro presencial não é encontrada nos modelos à distância e condena esta didática como enlatada, conhecimento sem retorno. Li, ainda, que a Educação à Distância enfrenta uma grande evasão, que o MEC tem reprovado muitas instituições e que este modelo não é condizente com a realidade do brasileiro.
No início concordei, ou melhor, entendi os pontos de vista. Mas passeando pela história do MEB, que foi um movimento pela educação que ocorreu no Brasil em plena ditadura militar, que foi interrompido por forças maiores, ou menores, comecei a repensar como esta prática pode ajudar milhares de brasileiros que não têm tempo, que não estão geograficamente amparados por professores realmente qualificados e como é possível aprender e ser o autor de seu próprio aprendizado.
Ainda penso que a educação presencial é mais motivadora, integra as pessoas e socializa o conhecimento quando incentiva a troca de experiências. Mas penso, por outro lado, que estamos em nova era, que a internet revolucionou a comunicação entre as pessoas, a logística, o mercado de trabalho e sem que percebêssemos apresentou novos, modernos, inteligentes e profissionais modelos de educação à distância.
Durante este período, naveguei em alguns blogs, os quais me permitiram aprofundar nas questões da Educação à Distância. São eles:






Blended Learning redefine ensino a distância nos EUA



Alunos completam disciplinas mais rápido e a custo menor; críticos acham que sistema é menos rigoroso e mais vulnerável a trapaça.
Harvard
Ryan Yoder, de 35 anos, programador de computadores que completou 72 créditos na Universidade do Sul da Florida há alguns anos, inscreveu-se em uma companhia chamada Straighterline, pagou US$ 216 para fazer duas aulas, uma em contabilidade e outra em comunicação de negócios, e um mês depois transferiu seus créditos para a Thomas Edison State College em Nova Jersey, que lhe concedeu um diploma de graduação em junho.
O paramédico e capitão de bombeiros Alan Long, de 34 anos, utilizou outra nova instituição, a Learning Counts, para criar um portfólio que incluía seus certificados e uma narrativa descrevendo o que ele havia aprendido no trabalho. Ele pagou US$ 750 para a Learning Counts e conseguiu sete créditos na universidade Ottawa, no Kansas, na qual teria que pagar US$ 2.800 para ganhá-los em uma classe tradicional.
E Erin Larson, que tem quatro filhos e trabalha em período integral em uma estação de televisão, mas queria tornar-se professora, pagou US$ 3.000 por semestre para a universidade Western Governors para ter o máximo de aulas que ela pudesse aguentar – mais uma ligação semanal de um orientador. “Em qualquer outro lugar, isso teria me custado três braços e pernas”, disse Larson, que tem 40 anos, “e como uma procrastinadora assumida, achei aquela ligação semanal muito útil”.
Para aqueles que têm tempo e dinheiro, os quatro anos no campus e na residência do campus ainda oferecem o que é largamente considerado a melhor experiência educacional. Críticos se preocupam que os cursos online são menos rigorosos e mais vulneráveis a trapaças e que sua ênfase em fornecer créditos para trabalhos específicos poderia minar a tradicional missão de estimular o pensamento crítico.
Mas a maioria dos especialistas concorda que devido à explosão de tecnologias, cortes no orçamento das universidades e à expansão do universo de pessoas que são esperadas a ter um diploma de terceiro grau, não há fim à vista para os novos programas que preparam estudantes para carreiras de alta demanda de profissionais, como negócios, ciências da computação, saúde e justiça criminal.
Chelter E. Finn Jr, pesquisador sênior da Instituição Hoover e presidente do Instituto Thomas B. Fordham, previu que todas as universidades, menos as de maior nível, iriam “mudar drasticamente”, já que os estudantes ganharam novamente o poder em um mercado em expansão.
“No lugar de uma admissão completa de quatro anos em uma universidade, será mais como ir comer ou ir ao bar de tapas”, disse Finn, “com pessoas reunindo estudos superiores de diferentes fontes”.
Enquanto muitos estudantes de instituições nascentes oferecem depoimentos brilhantes e histórias de sucesso, um estudo recente da Teachers College, da Universidade Columbia, que pesquisou 51 mil universitários de faculdades comunitárias do estado de Washington durante cinco anos e descobriu que aqueles com o maior número de créditos provenientes de cursos online eram os que estavam menos propensos a graduar ou transferir-se para uma instituição com curso de quatro anos de duração. Professores tradicionais como Johann Neem, historiador da Universidade de Western Washington, veem lugares como a Western Governors como anti-intelectuais, observando que a publicidade enfatiza o quão rápido os alunos podem ganhar créditos e não sobre o quanto eles vão aprender.
“Fazer aulas online, por você mesmo, não é o mesmo que estar em uma classe de aula com um professor que pode responder para você, apresentar diferentes pontos de vista e incentivá-lo a trabalhar o problema”, diz Neem. “Há muita pornografia e religião online, mas as pessoas ainda têm relações e se casam, assim como vão para a igreja e falam com um ministro”.
Mas Anya Karmenetz, cujo livro ‘DIY U: Edupunks, Edupreneurs and the Coming Transformation of Higher Education’, lançado no ano passado, acompanha a nova onda de esforços baseado na educação online, diz que novas instituições vão apenas continuar a melhorar e a expandir. “Para algumas pessoas isso significará ir de uma boa educação para uma ótima”, ela disse. “Para outros, isso significará ter algum nível de educação ao invés de nada”.
O cardápio emergente de novas ofertas é surpreendentemente variado, como são as instituições. A startup sem autorização e sem fins lucrativos University of the People dá a falantes de língua inglesa que terminaram o ensino médio uma chance de estudar negócios ou computação grátis, com professores voluntários.
Há também crescentes joint-ventures entre os campi tradicionais e entidades online, como a Ivy Bridge College – colaboração entre a Universidade de Tiffin, escola sem fins lucrativos em Ohio, e a empresa comercial Altus Education, que oferece diplomas em dois anos transferíveis para dúzias de universidades parceiras com cursos de quatro anos. E há grupos comunitários sem fins lucrativos como o Peer 2 Peer University, no qual pessoas criam grupos de estudo sobre tópicos tão diversos como JavaScript e arte barroca.
Uma maneira de acelerar o ritmo Burck Smith, que inicialmente começou com uma empresa online de aulas de reforço, fundou a Straighterline em 2008 para desafiar os altos custos universitários.
“Nós chegamos até aqui por nos perguntarmos por que a educação superior ainda custa tanto, apesar de o online ser tão mais barato”, diz.
“Licenciamos da McGraw-Hill nosso material de aula e as apresentações, que é a mesma coisa que centenas de universidades utilizam”.
A Straighterline é uma empresa, não uma escola, oferecendo por uma fração do preço uma grande gama de cursos que incluem introdução à matemática, negócios, ciências e aulas de redação, encontradas na maioria das faculdades comunitárias e universidades.
O preço do registro mensal é de US$ 99, mais US$ 39 por aula – ou um completo “primeiro ano universitário” por US$ 999. Partindo do princípio que muitos estudantes entram na faculdade, mas rapidamente largam – especialmente em faculdades comunitárias e escolas comerciais _, Smith diz que seu enfoque oferece uma maneira de experimentar o trabalho universitário sem um grande investimento.
Para Yoder, programador de computadores da Flórida, a capacidade de trabalhar em seu próprio ritmo foi um grande atrativo. “Eu posso literalmente sentar em um quarto por dez horas diárias e trabalhar múltiplos capítulos, trabalhar um livro de faculdade inteiro em um fim de semana”, diz. “Estar em uma aula, em um grupo, significa que você pode ir apenas tão rápido quanto a pessoa mais lenta. Então para mim, a Straighterline era um ótimo caminho a seguir”.
Como muitos estudantes, Yoder combinou seus créditos da Straighterline com outros – em seu caso, um programa de exame de nível do College Board, um certificado da Microsoft que ele ganhou pelo seu trabalho e um curso anterior na Universidade do Sul da Flórida – para ganhar seu diploma.
Recebendo créditos pela experiência de trabalho Iniciado em janeiro, o Learning Counts é um projeto do Conselho para Adultos e Aprendizagem por Experiência, do Conselho Americano de Educação e do College Board, no qual estudantes tomam aulas online que os ensinam a preparar um portfólio que mostra o que eles aprenderam do trabalho e de sua experiência de vida. Os portfólios – um para cada área na qual estão em busca de crédito – são então submetidos a um avaliador externo, que decide se eles deveriam ganhar os créditos acadêmicos.
Até agora, aproximadamente 80 faculdades, incluindo a Faculdade Comunitária de Cuyahoga, em Cleveland, e a Universidade do Norte do Arizona, em Flagstaff, concordaram em aceitar essas recomendações de créditos e de dar aos alunos três créditos pela aula de criação de portfólios.
Kim Bove, de 39 anos, estudante da Universidade Widener, perto de Filadélfia, com três filhos, um trabalho de período integral e quase duas décadas de experiência no trabalho, conseguiu 12 créditos em quase seis semanas de aulas com o Learning Counts.
Bove começou um curso superior na Pennsylvania State, transferiu para Widener em seu primeiro ano e largou. No ano passado, ela volta a Widener para completar seu diploma de graduação, que ela espera que lhe ajude a encontrar melhores empregos – e, segundo ela, a torne um melhor modelo para seus filhos.
“Eu fiz uma aula sobre supervisão, algo que eu faço há 16 anos, e senti como se pudesse dar a aula”, disse Bove, que trabalha em uma empresa farmacêutica. “Eu fiz a aula de portfólio, que me ensinou a refletir sobre o que eu aprenderia da minha experiência e juntei um documento de 40 páginas que submeti a um avaliador. Agora poderei ter o meu diploma no ano que vem”.
A documentação de Bove inclui uma narrativa descrevendo como, em seus trabalhos de administração em clubes de campo, ela usou as mesmas técnicas que seriam ensinadas em cursos de planejamento eficaz e organização, supervisionando equipes de trabalho e com uma liderança efetiva. Ela incluiu fotos das unidades e recomendações de seus empregadores.
Bove pagou US$ 500 pelo curso e US$ 250 pela avaliação do portfólio.
“Eu quero que meus filhos façam faculdade pelo meio tradicional, porque eu ainda acho que todos os jovens deveriam ter isso, aprender a aprender e ter todo o aspecto social de viver por conta própria”, ela diz. “Mas para mim, foi uma ótima opção”.
Fonte: The New York Times